segunda-feira, 30 de abril de 2012

INDEPENDENCIA DOS EUA


INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA

INDEPENDÊNCIA DOS ESTADOS UNIDOS
1- O país que atualmente conhecemos como a maior potência econômica, começou sua história com um grupo de...............................inglesas.
2- A ......................................foi o conflito entre a ........................e a Inglaterra por disputas.
3- A....................................era o país que controlavam as.......................................
4- O............................ foi o movimento que inspirou a Independência dos Estados Unidos.
5- A ..................................... foi o país derrotado na Guerra dos Sete anos.
6- Lei que estipulava que todo documento deveria pagar uma taxa na forma de uma estampilha para os ingleses dói chamada de ..........................
7- ........................................... foi o principal redator da Declaração da Independência dos EUA.
8- A ................................ foi o nome dado a lei sobre o imposto cobrado sobre o açúcar importado pelas colônias.
9- ................................foi o primeiro presidente dos Estados Unidos.
10- Muitos ingleses saíram da Inglaterra para formar as colônias por motivos ............................
11- As ....................................................... foi o nome dado as leis impostas pelo governo inglês como punição aos colonos por ter jogado no mar carregamento de três navios denominada.........................................

9º ANO





ATIVIDADE COM MUSICA


TRABALHO COM MÚSICA

Canções do Descobrimento

Chegança (Antônio Nóbrega e Wilson Freire)

Sou Pataxó,

sou Xavante e Cariri,

Ianomami, sou Tupi

Guarani, sou Carajá.

Sou Pancaruru,

Carijó, Tupinajé,

Potiguar, sou Caeté,

Ful-ni-ô, Tupinambá.

Depois que os mares

Dividiram os continentes

quis ver terras diferentes.

Eu pensei: "vou procurar

um mundo novo,

lá depois do horizonte,

levo a rede balançante

pra no sol me espreguiçar".

Eu atraquei

num porto muito seguro,

céu azul, paz e ar puro...

Botei as pernas pro ar.

Logo sonhei

que estava no paraíso,

onde nem era preciso

dormir para se sonhar.

Mas de repente

me acordei com a surpresa:

uma esquadra portuguesa

veio na praia atacar.

Da Grande-nau,

um branco de barba escura,

vestindo uma armadura

me apontou pra me pegar.

E assustado

dei um pulo lá da rede,

pressenti a fome, a sede,

eu pensei: "vão me acabar".

Me levantei

de borduna já na mão.

Ai, senti no coração,

o Brasil vai começar.



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TRABALHO COM MUSICA


ESCRAVIDÃO- TRABALHO COM MÚSICA

Canções do Descobrimento

Olodumaré (Antônio Nóbrega e Wilson Freire)

Vou-me embora dessa terra...

– Olodumaré...

Para outra terra eu vou...

– Olodumaré...

Sei que aqui eu sou querido...

– Olodumaré...

Mas não sei se lá eu sou...

– Olodumaré...

O que eu tenho pra levar...

– Olodumaré...

É a saudade desse chão...

– Olodumaré...

Minha força, meu batuque...

– Olodumaré...

Heranças da minha nação...

Ainda me lembro

do terror, da agonia,

como um louco eu corria

para poder escapar.

E num porão

de um navio, dia e noite,

fome e sede e o açoite

conheci, posso contar.

Que o destino

quase sempre foi a morte,

muitos só tiveram a sorte

da mortalha ser o mar.

Na nova terra

novos povos, novas línguas,

pelourinho, dor, à mingua

nunca mais pude voltar.

E mesmo escravo

nas caldeiras das usinas,

nas senzalas e nas minas

nova raça fiz brotar.

Hoje, essa terra

tem meu cheiro, minha cor,

o meu sangue, meu tambor,

minha saga pra lembrar.



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PIPOCAS DA VIDA- REFLEXÃO


REFLEXÃO- PIPOCAS DA VIDA

Pipocas da vida
(1)Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.
(2)Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo.
(3)O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.
(4)Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo, o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.
(5)Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer. Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina do que ela é capaz. Aí sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece: BUM! E ela aparece como outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.
(6)Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira. Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.
(Do livro “O amor que acende a lua” de Rubem Alves)
Interpretando:
1) O que você entendeu da frase: “Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre”? (Responda em duas, ou mais linhas)
2) Qual a importância do fogo em nossas vidas?
3) O que são pessoas “piruá”?
4) “Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém”. Do que autor está falando?
5) Retire do texto 10 substantivos.
6) Retire do texto 10 adjetivos.
7) Passe para o passado o primeiro parágrafo do texto.
8) Leia o parágrafo seis e complete com sinônimos: “Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que _______________ a estourar. São ____________________ que, por mais que o ______ ___________, se __________________ a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa que o ________________.”

REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

No estudo da Revolução Industrial, vários historiadores salientam que tal experiência foi responsável por uma profunda transformação nas formas de se organizar as relações de trabalho. Em linhas gerais, procura-se destacar que a figura do artesão foi substituída pela do operário, que vendia a sua força de trabalho em troca de uma determinada compensação monetária. 

Nessa nova configuração, o trabalhador fabril não tinha mais noção de quanto era o valor da riqueza produzida por sua força de trabalho. Segundo a teoria dos pensadores Karl Marx e Friendrich Engels, o operário recebia um salário que era insignificante se comparado ao valor da riqueza produzida por ele ao longo de um único mês de trabalho. Dessa forma, estava necessariamente submetido a uma lógica de exploração sistemática. 

Para que tal desconhecimento fosse viável, segundo estes dois mesmos teóricos, a especialização do trabalho era um pressuposto indispensável. Sob tal vigência, o operário desconhecia o valor do seu trabalho no momento em que desempenhava uma função isolada do processo global de fabricação de um determinado bem material. Com isso, ele não sabia quantificar em dinheiro o valor que sua contribuição influía na concepção de uma mercadoria industrializada. 

Para grifar esses desdobramentos em sala de aula, temos a obrigação de mostrar como esse novo tipo de trabalhador surgiu no mundo contemporâneo. Para isso, sugerimos que o professor faça uma breve exibição do filme “Tempos Modernos”, de 1936, em sala de aula. Não podendo gastar muito tempo com a exibição completa desta obra, sugerimos a rápida amostragem do momento em que Carlitos (personagem principal da trama) passa longas horas desempenhando uma mesma tarefa na linha de produção. 

Reproduzindo essa cena, o professor pode mostrar que a inadaptabilidade de Chaplin ao ritmo da esteira simboliza a submissão do homem ao ritmo imposto pela máquina. Ao mesmo tempo, no momento em que ele sai do ambiente de trabalho reproduzindo o mesmo movimento realizado na esteira fabril, mostra como a especialização do trabalho impõe uma repetição que anula completamente o significado do trabalho em sua vida. Em outros termos, o homem se transforma em uma mera extensão da máquina. 

Mesmo sendo bastante cômicas as situações encenadas em “Tempos Modernos”, podemos ver que o riso provocado no filme está atrelado a uma forte e consciente mensagem que desafiou a lógica do trabalho industrial. Ao repassar essa perspectiva em sala, o professor não só expõe os problemas advindos com a mais-valia, bem como comprova o importante lugar que as artes ocupam na reflexão de uma determinada época.

Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola

FILME- TEMPOS MODERNOS